Blog de Vanessa Soromo


 

AR

 

 

Ôh vento, por que não fica por essas bandas?

Sempre surge como uma brisa envolvente me fazendo viajar...

E quando decide ir embora, transforma-se em vendaval...

Me deixa em algum lugar do passado, sem chão.

Se o seu destino é partir, ao menos me leve junto com você.

 

 

Vanessa Soromo

 



Escrito por Vanessa às 14h47
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PRATIQUE A GENTILEZA

 


 

Gestos de gentileza têm o poder de transformar a vida das pessoas, tanto de quem realiza a ação, quanto de quem é agraciado por eles. Um bom dia acompanhado de um sorriso pode curar o tão conhecido mau humor matinal, ou, ao menos abrandá-lo.

Imaginem como seria o mundo se fosse igual ao cantado por Lulu Santos, em "Tempos Modernos" - "Eu vejo um novo começo de era. De gente fina, elegante e sincera. Com habilidade pra dizer mais sim, do que não...". Não seria um negócio ruim "trocar" pessoas estressadas, arrogantes e mal-educadas por seres humanos finos, elegantes e sinceros.

"Gentileza gera gentileza" esse era o lema de José Datrino (1917-1996), mais conhecido como profeta Gentileza. Um homem que espalhou pelas ruas do Rio de Janeiro, frases que enfatizam o amor, a paz e etc.

A cantora Marisa Monte fez uma homenagem a esse personagem histórico, por meio de uma música que tem como título o nome do Profeta. Confira abaixo a letra na íntegra:

 

Gentileza

Apagaram tudo

Pintaram tudo de cinza

A palavra no muro

Ficou coberta de tinta

 

Apagaram tudo

Pintaram tudo de cinza

Só ficou no muro

Tristeza e tinta fresca

 

Nós que passamos apressados

Pelas ruas da cidade

Merecemos ler as letras

E as palavras de Gentileza

 

Por isso eu pergunto

À você no mundo

Se é mais inteligente

O livro ou a sabedoria

 

O mundo é uma escola

A vida é o circo

Amor palavra que liberta

Já dizia o Profeta.

 

Dar atenção ao outro é uma forma de gentileza, que se caracteriza também como uma forma de amor. Então, que tal praticarmos gestos gentis hoje? E espalhar pelo mundo as mensagens do profeta Gentileza de maneira concreta.

 




Escrito por Vanessa às 16h41
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ADEUS NÃO FAZ BEM...

 

Não gosto de me despedir com a palavra "adeus", seja pronunciando-a ou escrevendo-a. Se faço, fico com a sensação de que nunca mais vou ver a pessoa. É como se eu estivesse encerrado ou cancelado um contrato, e no lugar da minha assinatura estaria ela.

É engraçado como algumas palavras têm valores semânticos distintos para cada pessoa. Provavelmente há muita gente por ai, que vive falando, escrevendo, digitando a palavra adeus indiscriminadamente, sem que nada lhe ocorra. Mas comigo é diferente...

Eu fico com o coração apertado todas as vezes que "preciso" falar adeus. Não gosto de dizer, mas às vezes é necessário. Na maioria dos casos é pronunciada ou escrita, após muita reflexão. Geralmente a utilizo quando quero pôr um ponto final em alguma relação ou situação, que quase sempre eu mesma comecei ou causei (rsrsrsrs). Sendo assim... eu começo, eu termino (por mais difícil que seja)!

Até certo dia, não havia pensado sobre como me incomodava uma despedida com um "adeusinho" no final. Só sabia que não gostava. Foi então, que durante uma conversa, um amigo me revelou: "Não gosto muito dessa palavra "adeus".... prefiro um "até breve", é bem mais agradável aos ouvidos, à alma...".

Achei bela a forma como ele se expressou para explicar o que a palavra "adeus" lhe causava. Lembro que fiquei impressionada com a poesia que havia em suas palavras, que diziam o que eu gostaria de dizer. Recordo-me que falei: "Incrível! Eu penso exatamente a mesma coisa sobre essa palavra - "adeus".

Por isso, eu digo: Até breve!



Escrito por Vanessa às 09h21
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COMO FAZER UMA CARTA-DESABAFO-PADRÃO

 

 

Você já foi um dos personagens principais de uma história, que a princípio tinha todas as características para ser um grande e lindo romance? Mas com o  tempo foi percebendo que o “príncipe encantado” tinha mais vocação para ser “sapo”? Creio que agora tem muitas leitoras balançando a cabeça para cima e para baixo, em um gesto positivo! Infelizmente ninguém está livre de passar por uma situação dessas. Até mesmo a turma do Bolinha sofre com a síndrome do amor imperfeito. O que difere homens e mulheres na hora de diminuir a agonia, após o termino de uma relação, são as formas que cada ala encontra para esquecer o outro. As mulheres costumam conversar sobre as suas dores com a amigas, expressar sua raiva e mágoa com frases e fotos no Face e Orkut. Os homens ficam mais calados. Se estão sofrendo, não contam nem para o espelho, na maioria dos casos. E saem com os amigos para beber uma cerveja.

Essa camuflagem “não tô nem aí” que os homens utilizam, costumam deixar as mulheres mega irritadas. Nenhum ser humano gosta de ser rejeitado, muito menos ignorado. Quando isso acontece, algumas situações constrangedoras, divertidas e surpreendentes podem acontecer...

Atire a primeira pedra quem nunca teve vontade de fazer o mesmo que a ex-namorada do Pedro fez na frente do prédio dele (vocês podem conferir essa história no Youtube. O nome do vídeo é: Devolve o meu chip, Pedro!). O problema é que algumas mulheres não ficam só na vontade e partem para prática, como fez a moça do vídeo.

Há também aquelas que preferem não se expor tanto, e optam por uma carta-desabafo (ou e-mail desabafo), que pode ter um resultado mais devastador que um escândalo.

Vocês já ouviram, viram, ou escreveram algum tipo de cara-desabafo? A escritora Fernanda Young ensina como fazer uma. Confira abaixo:

Carta-desabafo-padrão

Nome da cidade, tanto de tanto de dois mil e tanto. Nome do destinatário.


Envio esta carta porque nunca mais quero você na minha frente. E dessa vez falo sério. Nunca mais quero ouvir a sua voz, mesmo que seja se derramando em desculpas. Nunca mais quero ver a sua cara, nem que seja se debulhando em lágrimas arrependidas. Quero que você suma do meu contato, igual a um vírus ao qual já estou imune.

A verdade é que me enchi. De você, de nós, da nossa situação sem pé nem cabeça. Não tem sentido continuarmos dessa maneira. Eu, nessa constante agonia, o tempo todo imaginando como você vai estar. E você, numas horas doce, noutras me tratando como lixo. Não sou lixo. Tampouco quero a doçura dos culpados, artificial como aspartame.

Fico pensando como chegamos a esse ponto. Como nos permitimos deixar nosso amor acabar nesse estado, vendido e desconfiado. Não quero mais descobrir coisas sobre você, por piores ou melhores que possam ser. Não quero mais nada que exista no mundo por sua interferência. Não quero mais rastros de você no meu banheiro.

Assim, chega. Chega de brigas, de berros, de chutes nos móveis. Chega de climas, de choros, de silêncios abismais. Para quê, me diz? O que, afinal, eu ganho com isso? A companhia de uma pessoa amarga, que já nem quer mais estar ali, ao meu lado, mas em outro lugar? O tédio a dois - essa é a minha parte no negócio? Sinceramente, abro mão. Vou atrás de um outro jeito de viver a minha vida, já que em qualquer situação diferente estarei lucrando. Mas antes faço questão de te dizer três coisas.

Primeira: você não é tão interessante quanto pensa. Não mesmo. Tive bem mais decepções do que surpresas durante o tempo em que estivemos juntos.

Segunda: não vou sentir falta do teu corpo. Já tive melhores, posso ter novamente, provavelmente terei. Possivelmente ainda esta semana.

Terceira: fiquei com um certo nojo de você. Não sei por quê, mas sua lembrança, hoje, me dá asco. Quando eu quiser dar uma emagrecida, vou voltar a pensar em você por uns dias.Bom, era isso. Espero que esta carta consiga levantar você do estado deplorável em que se encontra. Mentira. Não espero nenhum efeito desta carta, em você, porque, aí, veria-me torcendo pela sua morte. Por remorso. E como já disse, e repito, para deixar o mais claro possível, nunca mais quero saber de você.

Se, agora, isso ainda me causa alguma tristeza, tudo bem. Não se expurga um câncer sem matar células inocentes.

Adeus, graças a Deus.

Nome do remetente.

P.S.: esta não é mais uma dessas cartas-desabafo.
P.S. do P.S.: esta é uma carta-desabafo-quase-música-de-Adriana-Calcanhoto.

 

 

 



Escrito por Vanessa às 17h09
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AMIGO É COISA PARA SE GUARDAR, NO LADO ESQUERDO DO PEITO

 


 

A importância dos meus amigos na minha vida é imensurável. Não há palavras que definam o significado de cada um, para mim. São pessoas que conquistei e me conquistaram durante esses vinte e quatro anos.

Não consigo imaginar a minha existência sem a existência deles. Costumo dizer (ou pensar) que sou abençoada, por ter tantos amigos. Deus é generoso com todos, mais comigo posso dizer que Ele foi super generoso. Ele me presenteou com pessoas maravilhosas, que posso contar nas horas alegres e tristes.

Se houvesse um livro, com as fotos e o perfil de cada amigo que eu tenho, seria possível perceber como eles são diferentes, e eu me orgulho muito disso. Eu não escolho as minhas amizades por classe social, crença, partido político, raça… Na verdade, quando se trata de amizade, a gente não escolhe – acontece! Não existe uma receita, uma fórmula de encontrar um amigo, não é verdade? Mas como vivemos em um mundo que tende a organizar tudo e qualquer coisa, em classes, grupos, categorias etc… é comum fazermos isso também com os amigos. Eu por exemplo, tenho amigos de infância, amigos da escola, amigos da faculdade, amigos do trabalho…

Os meus amigos de infância são pessoas que tem liberdade de abrir a geladeira de minha casa e pegar qualquer coisa para comer. Eles sentam no sofá da sala, e sem a menor cerimônia colocam os pés em cima do mesmo. Eu também faço tudo isso, nas casas deles. Alguém pode achar que essas atitudes demonstram falta de educação, mas não, apenas revelam a intimidade que construímos ano, após ano.

As amizades feitas na escola também têm as suas peculiaridades. Ao contrario de muita gente, os amigos que conquistei dentro da escola, consegui manter-los mesmo fora dela. Até hoje, conto com amigos dos meus primeiros anos de estudos, quando ainda era praticamente um bebê. Os amigos do Ensino Fundamental também têm espaço vip no meu coração e na minha vida. E os amigos com quem eu compartilhei os melhores anos da minha adolescência, ou seja, os três anos do Ensino Médio? Faltam palavras para falar deles. Nós sempre fomos tão unidos, que já se passaram 6 anos desde o último dia de aula, mas não conseguimos nos separar. A amizade que existe entre a gente é tão grande, que me considero tia dos filhos deles.

Na faculdade não foi diferente. Nessa etapa tão relevante para a vida de qualquer pessoa, já que é uma fase de transição entre a adolescência e a idade adulta, encontrei pedras preciosas, que iluminaram a minha vida. Como estava longe de casa, e não podia contar com o carinho da família de forma integral, foram eles, os meus amigos, que me deram colo quando precisei. Foi caminhando junto com eles que percebi que a vida não é fácil, porém é deliciosa.

E no local de trabalho é possível fazer amizades? Claro que sim! Fiz amigos queridos em meu trabalho. Dois deles me deram um presente lindo, confiaram a mim a responsabilidade e o prazer de ser madrinha do filho primogênito do casal.

Pois é, “amigo é coisa para se guardar, no lado esquerdo do peito…”, e já que os amigos merecem ser tratados da melhor maneira possível e com todo carinho do mundo, que tal cantar para os seus amigos ou enviar um e-mail com a letra da “Canção da América”, um “hino” da amizade, que foi composta por Fernando Brant e Milton Nascimento, que interpreta essa obra de forma magistral!

 

(Texto escrito para o Nosso Blog - Portal FC News, em 18 de abril de 2011, data que comemora-se o Dia do Amigo, no Brasil)

 




Escrito por Vanessa às 16h57
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Coisas de casal

 

 

1 – Apelidos – Assim que duas pessoas se apaixonam surgem logo os apelidos carinhos, singulares, curiosos… O ser humano é muito criativo, então, a lista de apelidos de namorados é vasta: docinho de coco, ursinho, gatinha, bombom, bebê. Os apelidos mais comuns são os derivados da palavra amor: mozão, moreco, moze, mozim, momo…

2 – Torpedos – A paixão faz a gente fazer cada coisa, não é? Uma delas é gastar créditos sem necessidade. Você passou vinte minutos falando com o seu namorado (a) por telefone. Na hora que desliga, a saudade preenche o seu peito. O que você faz? Manda um torpedo dizendo assim: “Amor, já estou com saudades de você!”. Essa história poderia terminar por aqui, mas não… Meia hora depois outra mensagem: “Esse torpedo é só para te desejar boa noite, bebê”.

3 – Música – Todo casal que se preze tem uma música. Na maioria das vezes, a canção descreve um pouco da história do casal, ou fez parte de um momento especial para os dois.

4 – Olhares – Quando um casal de namorados estar há muito tempo juntos, a sintonia costuma ser tanta que só por olhares já conseguem se comunicar. Vai dizer que você não identifica o olhar de desaprovação de sua namorada, quando ela te flagra olhando para uma mulher bonita passando pela rua?

5 – DR (Discutir a relação) – Aquelas conversas longas que os casais costumam ter quando há algum probleminha são conhecidas como DR. Quem namora não tem como fugir de uma conversa desse tipo. É, mas elas são validas apenas quando os dois estão dispostos a esclarecer as dúvidas, extinguir as mágoas e fazer florescer o amor.

 

 

 



Escrito por Vanessa às 16h36
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O LIVRO DE RECEITAS DA VIDA

 


 

 

 

Às vezes gostaria de ter um livro de receitas especial. Igualmente aos livros de culinária, ele seria dividido por “assuntos” – família, amigos, estudos, trabalho... e amor. Assim, a vida seria bem mais fácil, sem tantas complicações. Em todas as encruzilhadas desse longo caminho, saberia qual estrada seguir. Que ingrediente acrescentar ou diminuir. Não teria dúvida sobre que temperos escolher. Parece o paraíso, não é mesmo? Apenas parece, pois como diz o ditado popular “nem tudo que reluz é outro”!

Que graça teria se tudo fosse perfeito? Se tivéssemos todos os poderes? A capacidade de controlar tudo? Cada um viveria no seu mundinho particular... Em um mundo paralelo ao da realidade, onde tudo acontece sem tropeços, ansiedade, angústia, medo, tristeza. Não estou querendo dizer que essas situações e sentimentos são bons, mas acredito que eles são necessários para que nossas vidas sejam mais “equilibradas”. Alegria em demasia, entorpece! Tristeza ao extremo mortifica!

Apesar de desejar (em muitos momentos) o livro de “receitas da vida perfeita”, ele não seria útil para mim. Não daria certo! Tirei essa conclusão depois de fazer uma comparação. Quando vou cozinhar a partir de uma receita, onde tudo está explicadinho, eu sempre faço algo diferente. Sempre mudo alguma coisa. Por vezes dar certo, por vezes não. Quando tudo sai bem, eu me alegro, comemoro, fico feliz por mim, admiro-me pela minha “esperteza” ou sorte. Quando erro fico triste, “borocochô”. Penso: “Eita, eu deveria ter seguido a receita”. No entanto eu sei – a receita, não existe. O que me resta é pedir para Deus me proteger e me abençoar com uma vida boa.

 

 



Escrito por Vanessa às 21h35
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O QUE EU GOSTO DE FAZER SOZINHA...

 

 

Há coisas que são legais de serem feitas em companhia de alguém, mas existem outras que são bem mais legais quando são realizadas de forma solitária. Eu por exemplo, adoro ir à locadora sozinha! Já tentei fazer isso junto com amigas, não deu muito certo.  Elas não têm paciência para ficar andando entre os corredores e lendo as sinopses dos filmes.

Percebi que era melhor ir sozinha locar um filme, há alguns anos atrás… Quando estava cursando jornalismo, uma das poucas distrações que eu e meus primos tínhamos era assistir a filmes. Quando não comprávamos, locávamos.

Todas as vezes que a gente chegava à locadora, que ficava perto do apartamento onde morávamos, eles passavam os olhos em alguns títulos, liam algumas linhas do resumo das obras cinematográficas, e já catavam os de suas preferências. Já comigo a história é diferente…

Eu quando vou escolher um filme para assistir, necessito de tempo. Se tiver com pressa, nem saio de casa. Adoro ficar vagando pelos corredores da minha locadora preferida, olhando as seções. A primeira que eu visito, sempre, é a de comédia romântica. Como eu gosto desse gênero de filme! E não estou nem aí para os “pseudos-intelectuais” que criticam tal predileção. Depois, geralmente, vou para os de suspense ou ação. Vejo as capas, leio os pequenos comentários de jornalistas de grandes revistas mundiais, críticos de cinema e etc, depois leio as sinopses. Faço isso em quase todas as seções.

Costumo vê trailers de filmes na internet e ler algumas críticas, o que me ajuda a ficar por dentro do que está passando nos cinemas de nosso país (é uma pena, Codó não ter nenhuma sala de cinema), hábito que me ajuda a chegar na locadora com alguns títulos em mente. Mas quando acontece de uma história me chamar à atenção, e que eu nunca ouvi falar, corro para pedir a ajudar, e quem sempre me socorre é o funcionário da locadora. Graças a Deus todas as locadoras que já freqüentei, os rapazes e moças que trabalhavam nelas, sempre tinham boas dicas.

 

 



Escrito por Vanessa às 19h28
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PERDI O ESPÍRITO DA FOLIA?

 



 

Hoje é sexta-feira de carnaval! Há alguns anos, eu estaria que era só animação. Entretanto, nesse ano, as coisas tão diferentes... O “clima” está meio estranho... Não, não é nada disso! Vou ser mais clara. Eu acho que perdi o espírito da folia.

Cheguei à conclusão acima, depois de revirar as memórias de antigos carnavais. Falando assim, parece que sou uma senhora, que se aproxima da sexta década de vida, e que não acha mais graça na alegria que envolve o carnaval. Na realidade é mais ou menos dessa forma que estou me sentindo mesmo. Quero dizer, a euforia, os sorrisos, o molejo, a simpatia, a alegria que vinham junto com a chegada da festa de momo, ainda não surgiram. Cadê? Aonde foi o espírito da folia?

Para muitas pessoas, o carnaval significa uma Caixa de Pandora, que ao ser aberta espalha desgraças. Como se os dias de folia fossem um grande pacote, onde há apenas pessoas alcoolizadas, roupas depravadas, intenções maliciosas, periguetes e malandros - ou manés. Hoje mesmo, uma amiga me relatou que sua mãe, uma mulher religiosa, ficou espantada ao saber da existência do Carnaval com Cristo. A senhora fez o seguinte questionamento: “Como podem colocar o nome do Senhor, em uma festa do diabo?”.

O que chamou minha atenção nessa história, não foi o susto que a mãe da minha amiga tomou ao saber que a igreja também tem seu carnaval, pois também às vezes me pego fazendo alguns questionamentos, como: “Por quer as igrejas, tanto católicas quanto evangélicas estão utilizando ritmos como forró, swingueira, pagode nas composições de suas canções?”. Para mim isso é um pouco confuso. O que realmente importa em uma música, é a letra? E a melodia, onde fica? Posso falar de Deus e colocar a “batida contagiante” da swingueira, que não existe problema?... E sim a sua afirmação – “Festa do Diabo!”. Peço desculpas para a mãe de minha amiga, mas não concordo com ela.

Aos meus olhos, o carnaval é uma festa do bem, uma festa democrática, onde brancos, pretos, índios, e etc, brincam juntos. A maldade não está na festividade, e sim no coração e nas atitudes de seres humanos ruins. Assassinatos por motivos banais acontecem todos os dias, aos montes. Acidentes por causa de motoristas imprudentes e embriagados, de hora em hora. Gente com intenções maliciosas (e muitas vezes, inimagináveis) são encontradas em pencas, em qualquer lugar, até naqueles fora de qualquer suspeita. Um casamento, um batizado ou qualquer evento familiar, por exemplo, pode se transformar em uma tragédia, caso nele haja uma pessoa maldosa, ruim, perversa, doente. Então, o problema não está na festa, mas nas pessoas.

Não sei ainda, se o espírito da folia vai aparecer. O que queria de verdade era contar com aquela animação e disposição que tinha durante o carnaval e que prolongava pelo resto do ano. Queria sentir aquela vontade de dançar, dançar e dançar... e depois de dançar , dançar e dançar, sentir aquela alegria revigorante. Depois tomar uma água mineral ou um refrigerante, comer qualquer daqueles lanches hipercalóricos – cachorro quente, salgados, pizza, e redobrar as energias. E depois, no meio da madrugada, ir para casa, caminhando e conversando com os meus amigos, que conheço há tantos anos. Por fim, bater na porta de casa e ver minha mãe ou minha tia, com cara de sono, abrindo a porta e me recebendo. Beliscar alguma coisa da geladeira. Tomar um banho relaxante. Vestir minha roupa de dormir, e ter um sono gostosooooo.


 



Escrito por Vanessa às 21h21
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UM BOM MOTIVO PARA APRENDER A SE MAQUIAR

 

O curso de Maquiagem deveria está obrigatoriamente presente nos “currículos” das mulheres modernas. Se todas as “girls” se matriculassem nesse curso, muitas saias justas seriam evitadas.

Porque cursar maquiagem?

De acordo com dados divulgados recentemente, o número de mulheres ocupando cargos de chefia cresceu no Brasil. Depois de décadas lutando por mais espaço e direitos iguais no mercado de trabalho, nada mais justo! No entanto, no nosso país as mulheres ainda recebem salários inferiores aos dos homens, mesmo exercendo as mesmas funções. Apesar das desigualdades entre os sexos, é possível perceber por meio de estudos que focam a evolução feminina na escala profissional, que mudanças positivas e concretas vêm acontecendo.

Quem possui os cromossomos XX e carrega no crachá o nome chefe, é bom saber que não é nada fácil essa vida de “manda chuva”. O preconceito é um dos maiores vilões nesse caso. Muitos homens e mulheres não conseguem aceitar e acreditar que possam ser chefiados por um ser humano do sexo feminino. Isso já seria o suficiente para consumir tempo e paciência de quem almeja alcançar cargos mais próximos ao topo da pirâmide. Mas, as mulheres contam com outros problemas, não de caráter sócio-cultural, e sim biológico.

A tensão pré-menstrual ou TPM, por exemplo, afeta profundamente a vida das mulheres. Baixa produtividade no trabalho e até mesmo faltas podem acontecer no período que antecede menstruação. Os sintomas da TPM são vários, como: irritabilidade, dor nas mamas, depressão, agressividade, e sensibilidade que pode ocasionar choros repentinos e aparentemente sem motivos. Por isso, se você leitora pretende ser chefe, procure um curso de maquiagem urgentemente! Pois é muito provável que vai chegar o dia, em que você vai está sofrendo com a bendita TPM, e no seu trabalho vai ter um monte de “abacaxis” para você descascar. E quando aquele choro incontrolável começar, não vai querer que seus colegas vejam a sua cara inchada, não é? Com um curso de maquiagem você pode resolver esse probleminha rapidinho. É só entrar no banheiro e usar suas armas – pó compacto, lápis, rímel… e sair parecendo uma estrela de Hollywood, ou se preferir uma executiva.

 



Escrito por Vanessa às 14h21
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POR QUE OS HOMENS CHORAM COM FUTEBOL?



 

 

Homens me respondam – por quer vocês choram com futebol? Eu sinceramente tento entender esse lado sensível de vocês, mas não consigo. Existem tantas coisas mais relevantes que poderiam fazer um homem chorar, como o nascimento de um filho. No entanto, o que faz os marmanjos se transbordarem em lágrimas, é a derrota do seu time de coração. E quando o time perde o título de campeão do “campeonato não sei das quantas”? É um verdadeiro Deus nos acuda!

Os homens que estão lendo este post agora devem estar dizendo: “Há Vanessa, você está falando isso, porque você não é homem”, ou estão pensando: “Aposto como ela (no caso – eu) faz parte do grupo de mulheres que não são fãs de futebol”. Bingo, bingo! Realmente, eu não sou homem! E também não faço parte das mulheres que são loucas por  futebol. Eu como grande parte das garotas, só assisto futebol durante a Copa do Mundo. Nessa regra há uma única exceção – também paro na frente da TV para vê uma partida de futebol, quando quero fazer companhia para o meu pai.

Acredito que agora uma poção de homens está me crucificando por não compartilhar das emoções que uma partida de futebol proporciona, ou melhor, que uma derrota provoca. Há, mas a ala masculina também não entende, quando nós mulheres choramos ao assistir um filme romântico ou uma novela. Esse é um bom assunto, para outro post…

Então, quem será que vai me dar à melhor resposta (explicação) para a pergunta que eu fiz acima?

 


 



Escrito por Vanessa às 11h13
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A AMIZADE MORRE JUNTO COM O AMOR?

 

 

Por que é difícil manter uma amizade com alguém que você gostou tanto? Talvez por isso mesmo, “por ter gostado tanto” e não poder gostar mais... Alguém deve está falando agora: Hora, mas os sentimentos não vão embora com a separação. Digo: É verdade! Os sentimentos não somem como fumaças ao vento. No entanto, com a separação, o termino, o fim vem à impossibilidade de “materialização” do amor, que geralmente se mostra por meio de carinhos, de toques e afagos, de palavras doces e firmes. Também pode aparecer ao ser pronunciado um apelido ou quando uma mão é estendida. Enfim, o amor pode ser traduzido de várias formas, mas para isso é preciso o outro, o ser amado. Sem ele, ou melhor, longe dele sobra a frustação, tristeza, raiva e em alguns casos a indiferença, e muitas vezes a falta de espaço para um sentimento tão importante e forte como o amor – a amizade.

A falta de espaço para a amizade geralmente acontece quando o fim chega depois de uma traição, mentira ou qualquer outra coisa danosa. Ai, já viu, né?! O lugar do amor é preenchido com indignação...e outros sentimentos, como os que citei acima.

 

Para você, quando a amizade morre junto com o amor?

 

 



Escrito por Vanessa às 10h57
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A DITADURA DA BELEZA

 


 

 

A maioria das mulheres brasileiras tem cabelos ondulados, cacheados ou crespo, mas a ditadura da beleza faz a ala feminina se submeter a intensos tratamentos químicos ou horas no salão, fazendo escovinha e chapinha, para enfim obter os tão sonhados cabelos sem ondas.

Sinto-me vivendo em uma ditadura dos cabelos lisos, na qual os cabelos enrolados não são permitidos, ou melhor, em uma sociedade que acredita que para estar elegante é necessário chapar as madeixas.

Eu mesma sofro essa pressão, já que naturalmente os meus cabelos são cacheados. Por vez tenho que escutar de amigos, colegas de profissão, e até mesmo familiares: “Por que você não faz escovinha? Você fica tão bonita!”. Nessa hora fico me perguntando: “Estão querendo dizer que passo a maior parte do tempo feia? Só fico bonita quando estou com os cabelos lisos?”. Realmente isso me deixa um pouco triste e muito irritada…

Sou jornalista, e a minha profissão exige certo cuidado com a aparência. No meio da comunicação, isso significa andar sempre com o cabelo escovado, maquiada e de salto alto. Vocês já prestaram atenção que as apresentadoras e repórteres sempre estão com os cabelos mega “escorridos”? Essa é a tal ditadura dos cabelos lisos. Para estar arrumada, elegante, chic é preciso antes estar com os fios lisos, lisos, lisos…

Gosto muito dos meus cabelos do jeito que Deus me deu. Porém, tenho que confessar que nos últimos dias tenho me deixado envolver pelos comentários das pessoas (aqueles citados acima). Apesar de lutar pelo que eu acredito, estou cedendo aos poucos, devido à pressão imposta pela sociedade.

Quando vou às festas e vejo todas as meninas com a mesma cara, fico questionando: Por que isso acontece? Por que as mulheres não saem pelas ruas queimando chapinhas e secadores? Aí, lembro da tal ditadura, da pressão, que também sou vítima.

Percebo que, com as mulheres mais jovens, as adolescentes (tal vez com as mais velhas também), essa pressão vem mais dos garotos. Já ouvi muitos meninos dizendo que gostam de cabelos cacheados, mas na hora de paquerar ou eleger uma garota como namorada, eles acabam optando pelas que têm cabelos lisos, sejam eles naturais ou artificiais.

 



Escrito por Vanessa às 18h24
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Quanto tempo!

 

Fiquei surpresa ao ver a data da minha última postagem nesse blog. Genteeeee, como o tempo passa rápido, hein?! Já vai completar um ano que não escrevo nesse espaço, que para mim é tão especial.

Um dos motivos que contribuiu para eu ficar longe por tanto tempo...foi outro blog. Ano passado comecei a escrever para o Portal FC News... Mas agora estou de volta, e vou postar aqui, alguns textos que escrevi lá (Nosso Blog).

 

Feliz 2012 a todos!

 




Escrito por Vanessa às 19h52
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Para você, o que é ser chique? O meu conceito sobre esse assunto é  bem diferente da maioria das pessoas. Nunca soube explicá-lo direito, mas um dia vi o texto abaixo, e disse: "Isso! Para mim, ser chique é isso mesmo."

 

 

SER CHIQUE É UMA QUESTÃO DE ATITUDE...


Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como atualmente.

A verdade é que ninguém é chique por decreto.

E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas.

Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa recheado de grifes importadas.

O que faz uma pessoa chique não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta.

Chique mesmo é quem fala baixo.

Quem não procura chamar atenção com risadas muito altas, decotes imensos.
Gente que, sem querer, atrai todos os olhares porque tem brilho próprio.

Chique mesmo é quem é discreto, não faz perguntas inoportunas, nem procura saber o que não é da sua conta.


Chique mesmo é parar na faixa de pedestre e abominar a mania de jogar lixo na rua.


Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e as pessoas que estão no elevador.

É lembrar do aniversário dos amigos.

Chique mesmo é honrar a sua palavra.

É ser grato a quem lhe ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.

Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, mas ficar feliz ao ser prestigiado.


Mas para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre do quanto a vida é breve.

E de que vamos todos para o mesmo lugar.
Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem.

Porque, no final das contas, chique mesmo é ser feliz!

 

Fonte: Mais Você


 



Escrito por Vanessa às 19h26
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